Tributo à primavera
(Robério Pereira Barreto)

As noites vestidas com negras túnicas
Dão sinal de que se aproxima o final
Da gélida e melancolia estação,
Deixando para trás sentimentos e
Lamúrias congeladas como fios de cristal.

Para abrir a passarela da vida
Com perfumes exalando-se de pétalas boreais,
Viçosas e belas, a margarida desabrocha
Em meio aos espinhos do rubro roseiral,
E Brinda nos com o colorido das manhãs;
É primavera!

Agora, as noites despem-se da capa negra do inverno
E adornam-se com mantos coloridos e perfumados,
Refletindo em si o encantamento do luar prateado.

Com essa magia cura os corações aprisionados na invernia
E que tiveram seu pulsar lento e angustiado
Por causa da sombria cortina fria
Que impedia a luz trazer a eles energia,
Perfume, calor e alegria!

Entretanto no jardim do amor
A nessa hora, desabrocham paixões
E amores que no inverno se recolheram
Tal a gêmula das flores com medo
Do infalível inverno sem cor.

07 de setembro de 2006, 23h46’
 

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Créditos:
Foto: Du Zuppani
Midi: Primavera