Soneto do corpo
 
(Robério Pereira Barreto)

O corpo fala as coisas da alma
e a calma nos leva a corpos
cheios de alegria, prazer e,
às vezes, tristezas; saudade!

O amor do corpo quando se esgarça
parte o homem ao meio como se este
fosse folhas secas ao vento de outono.

E o homem de corpo e alma apaixonados sente-se frágil
e violento quando o ser amado não lhe oferece
carinho e acalanto no momento de pranto.

Então, os corpos quando se amam
buscam na distância e na separação
física a energia e desejos necessários
para se entregarem completos ao novo encontro.

31/01/06

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