Sertão da alma
(Robério Pereira Barreto)

Na floresta da alma há vales e sertões 
de fontes de águas límpidas e naturais.
Onde a triste melodia da vida busca
  momentos de amor nas horas infernais.

E no semblante daquele amor que
 por motivos fúteis e banais deu lugar a
tristeza e não se vive, dá lugar
 a lindos recantos de magia e paz.

Jardins de margaridas nascidas 
entre espinhos e corais que na sua forma
singela de viver, transforma negros nevoeiros
 em dias ensolarados com 
pôr do sol em aquarelas magistrais.

És, tu Alma sertaneja!
Que mesmo maltratada,
Oferece ao ser humano
 tudo de bom que almeja.

(In. Vozes da Alma: Recado à felicidade)
29/06/2005, 00h 05min
jpgbarreto@unemat.br

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