Não sigo o destino
(Ele que me siga...)
(Celito Medeiros)

Talvez isto seja um mero desatino
Não ser árvore a deixar-me podar
Tampouco me sinto algum cretino
Não precisar repetir, mas inovar

Ser espírito e o amor conter
Vir para este planeta missão
Em corpo o amor compreender
Pode ter sido a grande decisão

Olhos de minh’alma que percebem
Agora revivemos a pura realidade
Certas coisas não mais sucedem
Feito um passado de crueldade

Um sol sempre estará a pino
Para todos a sua luz receber
Sem seguir a ele ou seu caminho
Também poderemos nos aquecer

A poesia é o som em minha quietude
Se algum ‘dejavu’ eu puder modificar
Um dia todos perceberão na plenitude
Viver exatamente para o destino mudar

Seguir sem medo a nossa intuição
Não ter a covardia do vamos ver
No que vai dar esta indecisão
Da cópia em tudo o que crer

Ser valente é tão bom pra gente
Riscar o passado e poder arriscar
Como um guerreiro que olha em frente
Não esperando a sorte e nem temer o azar.


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Imagem de uma das obras  de CM