Inquéritos
(Robério Pereira Barreto)

 
A noite de mansinho invade o meu jardim
e traz consigo uma dor sem fim;
As flores murcham como se sentissem
pena da mim.
 
 Então, em desalento abraço as flores rubras,
Porém tristes em verem escondido nas penumbras
De uma paixão sem amor.
 
Por que não é mais meu anjo consolador?
Por que desprezas a mim mesmo depois que
Abriu os caminhos labirínticos da minha alma
Em que sertão guardada estava?
 
Por que o fim é sempre o começo
De um dor que vagarosamente congela o peito,
Fazendo do coração apaixonado um idiota perfeito?
 
  
Robério Pereira Barreto,
em 18 de julho de 2006, 23h 07’
 

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