Avenida da solidão
 
(Robério Pereira Barreto)

Nossa! Ando na avenida e tropeço em corpos zumbilizados
E indiferentes à vida, estão à mercê do tempo;
Talvez por isso são robotizados.
 
A multidão se multiplica em calçadas, passarelas e cruzamentos.
Enquanto isso, a beleza do ser não conta
Porque não pode parar a vida; está em movimento.
 
Nas esquinas da vida me fazer frear
E lembro por momento:
São pessoas ou zumbis que passam diante de mim?
Não sei! Porque que existo apenas quando dores sinto;
E, às vezes, minto ser gente e finjo fazer amor
Embora sinta dó porque será mais uma noite em que
O prazer se transforma em dor.
 
18 de março de 2006, em tarde chuvosa
 

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